
Deixei de fumar. Só porque sim. Não estou doente nem para lá caminho, estou em excelente forma física, não me preocuparam as proibições nem o aumento do tabaco. Não recorri a comprimidos, cigarros sem nicotina, patches autocolantes, acompunctura, meditação, nada. Depois de 30 anos agarrado ao tabaco pura e simplesmente fartei-me de fumar.
Faleceu no dia 4 deste mês o que para mim era o melhor romancista contemporâneo. Michael Crichton, autor de best sellers como Congo, A Esfera, Jurassic Park, Sol Nascente, Estado de Pânico e, o que estou a ler neste momento, Next, entre muitos outros, faleceu depois de uma batalha perdida contra o cancro.
Barack Hussein Obama ganhou as eleições. Weeee!! Pois, dadas as alternativas foi a melhor escolha. Mas só tenho lido, ouvido e visto que “os EUA têm o primeiro presidente negro da história”, que é o “sonho realizado de Martin Luther King” e outras patachadas que tais. Concretamente sabem o que aconteceu? Conhecem aquele dito popular que reza que “a merda é a mesma, o cheiro é que muda”? Neste caso não foi o cheiro, foi a cor.